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Up-Rights e os direitos autorais dos músicos

Up-Rights e os direitos autorais dos músicos

Num cenário de elevado crescimento e destaque da cultura brasileira, inclusive internacionalmente, Daniel Figueiredo, empresário e produtor musical criou a Up-Rights, sob a iniciativa de atuar no mercado das artes e da cultura, com o objetivo central de potencializar o ganho dos artistas com direitos autorais. A empresa tornou-se a solução para compositores, intérpretes, atores, diretores e artistas em geral, de modo que eles possam se dedicar com tranquilidade ao seu ofício: a arte.

Segundo Figueiredo, em geral, não há entendimento da importância de respeitar o criador e sua criação, seja ela uma música, um texto, um quadro ou uma escultura. Infelizmente, com a era digital a propagação e a cópia não autorizadas das obras artísticas tornaram-se uma prática comum, comprometendo seu valor cultural.

A Up-Rights tem o objetivo de orientar e prestar serviços a compositores e intérpretes que enfrentaram problemas por toda vida com o assunto. Muitos deles chegam a Up-Rights já desacreditados na existência desses direitos, e a função da empresa tem sido demonstrar que com um trabalho correto e minucioso, pode-se alcançar uma remuneração justa pelo uso das suas obras e fonogramas.

A empresa trabalha em parceria com as associações nacionais que compõem o Ecad (Abramus, UBC, Assim, Socimpro, entre outras) e com as associações internacionais, tais como SGAE, GDA, Ascap e BMI entre tantas outras ao redor do mundo.

"A partir de um acompanhamento cirúrgico do uso das obras dos clientes e de seu cadastramento, mapeamos sua utilização, possibilitando um aumento significativo na arrecadação dos direitos autorais, além de criar o histórico de intervenções e a liberação de créditos retidos"; atesta Daniel Figueiredo.

Por meio de contatos estreitos com gravadoras, editoras e distribuidoras de conteúdo digital, a empresa tem o objetivo de manter toda a organização necessária para o correto pagamento de seus artistas.

A Up-Rights atua também com ampla legalização de obras para uso em publicações, álbuns, DVDs, clipes e filmes. E propõe aos clientes um modelo de negócio em que não mais precisem ceder os seus direitos.

Fonte: http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=119673&Categoria=EMPRESAS

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