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Cobrança por direito autoral de artistas deve inspirar gestores de diversos setores empresariais

Cobrança por direito autoral de artistas deve inspirar gestores de diversos setores empresariais

26/03/2013 – Com mais de 40 anos de carreira musical, o conhecidíssimo Luiz Melodia (foto – crédito Sesc-RJ) não figura entre os 50 mais executados no ranking do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD). O artista é um dos principais compositores da música popular brasileira, lançou seu primeiro disco em 1973 e já foi gravado por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa, Elza Soares, Zezé Motta, entre outros.

A frase “na natureza, nada se cria, tudo se copia” dá margem ao que vem acontecendo atualmente tanto no meio artístico quanto em diversos setores empresariais, um alerta, portanto, aos gestores.

Em geral, não há um real entendimento da importância de respeitar o criador e sua criação, seja ela uma música, um texto, um quadro ou uma escultura, um produto, um projeto empresarial. Nesta era digital a propagação e a cópia não autorizadas das obras tornaram-se uma prática comum.

No caso de Luiz Melodia, o artista juntou-se a outros artistas, como Beth Carvalho, Jorge Vercillo, banda Roupa Nova, Loalwa Braz, Ronaldo Lobo, Alceu Maia, Cláudio da Matta, Márcio Menescal que contrataram, individualmente, uma empresa especialista em administração de direitos autorais de músicos e atores.

A empresa UP-RIGHTS tem o objetivo central de potencializar o ganho dos artistas com direitos autorais, uma remuneração justa pelo uso das suas obras e fonogramas. A UP-RIGHTS trabalha em parceria com as associações nacionais que compõem o ECAD (ABRAMUS, UBC, ASSIM, SOCINPRO etc.) e com as Associações internacionais, tais como SGAE, GDA, ASCAP e BMI, entre outras.

O ECAD estima o montante a ser arrecado no fechamento do ano de 2012 em R$ 612 milhões – o que vai significar um aumento de 13% em relação aos números de 2011. Ano passado, perto de R$ 840 milhões deixaram de ser repassados, principalmente por parte de emissoras de TV (abertas e por assinatura) e de rádio, que veiculam músicas em suas programações.

A distribuição dos valores de direitos autorais de execução pública de músicas repassados pelo Ecad à classe artística da música vem crescendo e batendo recordes ano a ano. Nos últimos cinco anos, a distribuição cresceu 73,21%, mais que o dobro da inflação registrada nesse período. No entanto, a inadimplência de usuários de música já chega a mais de R$ 900 milhões anuais.

A UP-RIGHTS atua também com ampla legalização de obras para uso em publicações, álbuns, DVDs, clipes e filmes. E o melhor, propõe aos clientes um modelo de negócio em que não mais precisem ceder os seus direitos. Pioneira no Brasil na administração global dos direitos autorais, o serviço tem parceria com associações nacionais e internacionais.

Fonte: com informações da Staff Company

Link da matéria: http://noticiasenegocios.com.br/2013/03/cobranca-por-direito-autoral-de-artistas-deve-inspirar-gestores-de-diversos-setores-empresariais/

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